revista security management junho 2018

REVISTA SECURITY MANAGEMENT

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Challenges to Future Forces – Exclusive Interview with Mr. Marcel Lettre, Lockheed Martin

Challenges to Future Forces – Exclusive Interview with Mr. Marcel Lettre, Lockheed Martin

Future security challenges will be dynamic and complex, says Mr. Marcel Lettre, Vice President, National Security in Lockheed Martin Government Affairs, in an exclusive interview to iHLS. He will be giving the keynote lecture at the coming Future Forces Conference and Exhibition organized by iHLS on May 9, 2018.

Mr. Lettre’s perspectives are based on insights from his recent year in Lockheed as well as from a 20-year experience in the US government, the Pentagon, and intelligence. Overall, he believes that the future global landscape will be one of the most complex and challenging in decades. Current threats include terrorism, border security, weak states, regional instability caused by states, particularly in the Middle East and Northern Africa. Another major concern is the great power competition and the dynamics of potential competitors. The combination of these threats means that future forces will have to be able to operate in contested environments and within rapid technological change.

Sensor technology has been developing fast. We asked Mr. Lettre if too many sensors could impair the processed information delivered to field commanders. “There are not too many sensors, any sensor can be useful”, he said, but the challenge is rather the large amount of data collected by these sensors. Therefore, two things are required: The application of machine learning and artificial intelligence to process the information; and the integration of the sensors so that they supply all military levels and analysts with a common picture of the situation with all its dimensions. Video streaming, images, radio frequency signals, etc. should all be integrated together in real-time.

How vulnerable are intelligence systems to cyber attack? Future forces that will be a target to cyber attacks will not include only the intelligence but also law enforcement and other agencies. Hacking will be a major weapon used by the enemies. So, in Lockheed Martin, all the weapon platforms are cyber-protected in advance, from the stage of design. Mr. Lettre stressed that the commercial sector industries should support the military and the government with the best capabilities in order to confront the dynamic and changing cyber threat.

Can real-time tactical intelligence that was not processed still be efficient? Mr. Lettre believes it can. There are methods to ensure that real-time tactical intelligence is supplied to the users that are supposed to conduct the operations. Ideally, the processing systems work in two levels – real-time level and complex analyst level. Flexible collecting and processing systems will be required to future forces. Commanders in the field need access from various communication platforms. At the same time, the system should supply the senior command levels with a different access.

To summarize, Mr. Lettre evaluates that due to the complex strategic landscape and the rapidly-changing technology, what is required from the private defense and homeland security sector is innovation. Autonomous systems and artificial intelligence are needed, coupled with a more rapid capabilities building. Private innovation should be leveraged and prototypes must be built in a faster pace. This is a major challenge that governments and armed forces are facing, and it is in this direction that the commercial sector should act intensively.

New Marksman Rifle to Showcase More Accuracy

New Marksman Rifle to Showcase More Accuracy
After 9/11, the U.S. Army and Marines saw a need for a rifle that could reach out and hit targets at a greater distance than the typical M4 carbine or M16A2/A4 rifle could manage. Typically, such a rifle would be equipped with a long-range telescopic sight bipod, and ideally have some work done by military armorers to increase accuracy.

Now, the Marines are getting a new designated marksman rifle. The M38 Squad Designated Marksman Rifle is designed to give Marine infantry squads the ability to hit individual targets at ranges of up to 600 meters with greater precision than Marines equipped with ordinary M4 carbines.

According to popularmechanics.com, the M38 is basically an M27 Infantry Automatic Rifle with a Leupold TS-30A2 Mark 4 MR/T scope. The M38 shoots 5.56 rounds, the same as the Marines’ M16A4, M4, M249, and M27 rifles and takes the same thirty round magazine. It can technically shoot fully automatic but as an SDMR rifle, it will primarily shoot semi-auto. It is based on the Heckler and Koch 416 assault rifle.
The TS-30A2 Mark 4 MR/T scope was formerly on the Mk. 12 Special Purpose Rifle. It has a magnification range of 2.5 to 8 power and at full magnification has a field of view of 13.6 feet. It is waterproof, fog proof, and shockproof.

Source: ihls

Entenda a intervenção federal no Rio de Janeiro e quais as suas possíveis consequências

 

A notícia que trouxe tranquilidade para a maioria da população carioca nesta sexta feira sobre o decreto assinado pelo governo determinando a intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro, deixando a segurança pública do Rio sob responsabilidade de um interventor com cargo militar pode trazer consequências desastrosas para todo o Brasil.

Já é de conhecimento público que algumas cidades Brasileiras são mais perigosas que a maioria dos territórios hostis e em guerra no Oriente Médio.

A segurança pública no Brasil deixou de desempenhar suas obrigações básicas a mais de uma década e esta guerra contra a violência vem sendo perdida a cada ano com o crescimento contínuo do crime organizado, impunibilidade, descaso com a população de bem e falta de amparo aos policiais que trabalham em condições precárias e indignas para um país rico como o nosso.

PRÓXIMOS PASSOS:

Após a aprovação do decreto de intervenção federal, a segurança pública do estado do Rio de Janeiro sairá da esfera estadual e passará a ser comandada pela esfera federal até o dia 31 de Dezembro de 2018.

Neste caso, a segurança pública do Rio estará sob o comando do general Braga Netto, que não responde pela justiça civil mas sim pela justiça militar e tem poder de governador, comandando todas as forças policiais do estado incluindo os sistemas prisionais e secretaria de segurança pública do estado. O detalhe interessante na intervenção federal é que além de comandar a esfera estadual da segurança pública, o interventor além do apoio das forças armadas e força nacional, poderá solicitar apoio de outras entidades da esfera federal como setores de inteligência.

A intervenção federal nos Estados está prevista na Constituição de 1988, mas nunca tinha sido aplicada. O objetivo da medida segundo o governo Temer é conter o grave comprometimento da ordem pública no Rio de Janeiro, principalmente pelos acontecimentos deste carnaval mas ainda não foi definido como será essa intervenção e quais as medidas serão usadas.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann declarou que no início da intervenção o cidadão deverá sentir de imediato uma sensação de segurança maior devido a coordenação mais estreita e eficaz demonstrada pela capacidade operacional integrada com as forças federais.

Entenda o que é, o que vai e o que pode acontecer no futuro em decorrência desta intervenção:

Até o dia 31 de dezembro deste ano a responsabilidade de gerir a segurança pública do Rio de Janeiro para a ser do governo federal que será representado por um interventor.

O interventor nomeado foi o General do Exército Walter Braga Netto, responsável pelo Comando Militar do Leste. Sendo assim, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, entrega seu cargo.

A partir deste momento o interventor federal passa a ter total poder para gerir a segurança pública fluminense, controlando as forças policiais Civil, Militar além do corpo de bombeiros e administração penitenciária.

Ainda não existe um plano estratégico pois de acordo com o pronunciamento do interventor, ele acabou de receber a missão e vai entrar numa fase de estudo e planejamento, conversando com todos para fortalecer ainda mais o sistema de segurança do Rio de Janeiro, para que seja possível a segurança pública voltar a atuar conforme deve.

Outras áreas da administração estadual continuarão com o atual governador do estado e poderes como as atividades do Ministério Público Estadual também não serão de responsabilidade do interventor.

A União já havia auxiliado o Rio de Janeiro e outros Estados na gestão da segurança pública por meio das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que permitem a atuação das Forças Armadas na segurança pública, de forma excepcional, em momentos de grave perturbação da ordem e também da Força Nacional que é uma força de segurança federal, usada para auxiliar operações de segurança dos Estados caso seja solicitado.

Durante estas operações da GLO ou força nacional, os governos estaduais continuam responsáveis pela gestão da segurança pública e as atividades são coordenadas entre as forças da União e Estados.

Na intervenção federal, toda a segurança pública fica sob o comando do interventor militar, não se tratando apenas da utilização das Forças Armadas ou de forças federais mas também da gestão federal.

A Constituição de 1988 prevê a nomeação de um interventor federal para solucionar grave problema estadual, removendo as autoridades locais. No caso utilizado no Rio, é o comprometimento da ordem pública mas a intervenção também pode ser usada para reorganizar finanças do Estado ou repelir invasão estrangeira.

A intervenção federal precisa ser feita por decreto e deve ser estipulando o prazo, condições e submetida à aprovação do Congresso Nacional.

Sérgio de Lima acredita que o risco de judicialização é gigantesco e há espaço para contestação legal pois a Constituição não é clara sobre como seria uma intervenção federal e não menciona a possibilidade de haver uma intervenção em uma área específica da administração estadual como a segurança pública.

A intervenção federal só está abaixo do Estado de Sítio e do Estado de Defesa e não transfere a responsabilidade entre as instituições, permanecendo tudo como é pois não estão suspensos os direitos fundamentais do cidadão, como o direito de ir e vir, protestar, se reunir, a exigência de mandato judicial para busca e apreensão em domicílio, prisão apenas sob circunstâncias legais e o direito ao devido processo legal. A intervenção federal é a transferência temporária da autonomia dos Estados sem restrição de direitos, diferente do Estado de Defesa e o Estado de Sítio que são momentos de exceção constitucional, levando à suspensão de direitos fundamentais. O Estado de Defesa pode ser acionado, por exemplo, para responder a calamidades naturais e o de Sítio, em casos de guerra.

Existem alguns riscos durante a intervenção federal e um deles é o que prevê a Constituição; “durante uma intervenção federal, não pode haver qualquer alteração constitucional no país”. Isso inviabilizaria, por exemplo, a Reforma da Previdência e traz outros riscos como por exemplo o anunciado pelo governo Temer que informou nesta sexta-feira que pretende anular a intervenção federal no Rio de Janeiro momentaneamente, com objetivo de votar a Reforma da Previdência.

Se isso ocorrer, a figura do interventor deixaria de existir, deixando o comando da segurança pública vago e sendo acionada provisoriamente, a Garantia da Lei e da Ordem, até o término da votação da reforma. Talvez isso já esteja nos planos federais para uma “limpa” temporária e sem restrições em estado de Garantia da Lei e da Ordem mas não há como ter certeza disso, apenas podemos analisar os seguintes dados:

Taxa de homicídios em 2017

  • Rio de Janeiro: 32 por 100 mil habitantes
  •  Acre: 55 por 100 mil habitantes
  • Rio Grande do Norte: 69 por 100 mil habitantes

Breve histórico da violência pública

 

  • Ceará teve a maior chacina da sua história, seguida de um massacre no sistema prisional.
  • Rio Grande do Norte teve greve das forças de segurança que ampliou drasticamente o cenário da violência urbana.
  • Amazonas e Roraima, massacres no sistema prisional deixaram claro a disputa das facções criminosas pelo país.
  • No Espírito Santo, a Polícia Militar paralisou suas atividades, gerando uma onda de violência sem precedentes no Estado.
  • Acre se tornou o Estado onde a violência mais cresce no país, com decapitações e execuções bárbaras.

Sendo assim, ficam algumas dúvidas sobre o real motivo da intervenção federal no Rio de Janeiro pois se fosse pelo alto índice de criminalidade, o Rio não seria prioridade pois vários Estados poderiam se enquadrar em uma intervenção federal na segurança pública.

– Será pela proximidade política do governo Temer com o Rio?

– Ou talvez pela proximidade com Luiz Fernando Pezão que é do mesmo partido do governo?

– Ou quem sabe, seja apenas uma maneira de criar vácuos momentâneos e sem restrições em estado de Garantia da Lei e da Ordem temporários pois outras regiões do país podem cobrar medidas semelhantes e isso traria um período de turbulência.

 

Intervenção federal não é intervenção militar mesmo que o interventor seja um general e o decreto do governo federal estipule que o cargo é de natureza militar. O preocupante neste caso é a troca de um governo civil por um governo militar e isto pode ser visto como um retrocesso democrático pois o interventor fica sob jurisdição militar e não civil.

O comandante das Forças Armadas, general Eduardo Villas Bôas, já declarou publicamente sua preocupação com a frequência do uso das forças militares na segurança pública e demonstrou sua preocupação com o constante emprego do Exército em intervenções (GLO) nos Estados. No Rio Grande do Norte, as Forças Armadas já foram usadas três vezes em 18 meses.

Particularmente eu acredito que a intervenção seja um equívoco e um gasto desnecessário do dinheiro publico  pois será feito o mesmo que os policiais do estado estão fazendo a décadas: “enxugando gelo”. A única diferença é que no período da intervenção, com a utilização dos recursos federais, será possível expulsar os grande parte dos bandidos que encontrarão outros estados para se instalar. Após o término da intervenção, outros bandidos assumirão os postos de comando na guerra do tráfico do Rio, inclusive novas melícias.

Quais as medidas seriam realmente eficazes para combater a criminalidade não somente no Rio mas em todo o Brasil?

Muitos podem não acreditar mas para um começo significativo e verdadeiramente eficiente no combate a criminalidade e impunidade no Brasil não seria necessário muito esforço e ao invés de gastar mais dinheiro público, poderíamos gastar menos e garantir melhores condições de salários e equipamentos para os policiais de todo o Brasil, além do reflexo positivo na educação dos jovens e adultos. Também poderíamos acabar com outros problemas muito sérios e que agravam crescentemente a qualidade de vida de milhões de brasileiros, o uso e o tráfico de drogas.

Mas isso será assunto no próximo post dia 25/02/2018:

“Plano de reestruturação da segurança pública no Brasil”

José Klein

Lançamento do livro Enac Brasil operação covil dia 21 de agosto de 2017

capa enac 3 - CopiaNa próxima segunda feira será lançado o livro ENAC Brasil operação covil.

O livro é uma mistura de ficção e realidade e conta a trajetória de um grupo de patriotas percorrida ao longo de uma década para executar cirurgicamente o plano de reestruturação das leis e da política no Brasil.

O plano de reestruturação orquestrado e implantado entre os anos de 2007 a 2018 mistura fatos verídicos e fictícios de acontecimentos reais e seus possíveis resultados, mas acima de tudo, conta a história que cada cidadão brasileiro gostaria de fazer parte.

ENAC – EXÉRCITO NACIONAL ANTICORRUPÇÃO

Número aproximado de cidadãos do bem: 206,7 milhões
150 milhões – eleitores ativos
56,7 milhões – menores de idade, idosos e incapazes.

NÚMERO TOTAL DE INIMIGOS: 1.000.000
18.400 – bandidos políticos corruptos vivos, soltos em plena atividade criminosa.
1.600 – bandidos corruptos presos em cela especial por tempo super reduzido.
240 – corruptos mortos sem devolver seus furtos aos cofres públicos.
622.000 – bandidos assaltantes, assassinos, estupradores presos.
800.000 – bandidos assaltantes, assassinos, estupradores soltos e em plena atividade criminosa.

MISSÃO

Executar o plano de reestruturação da política e das leis brasileiras com perícia cirúrgica para combater de forma eficaz a espécie mais perigosa e peçonhenta que habita a face da terra, evitando contato com seu veneno altamente contagioso.

A versão digital ou impressa pode ser solicitada no site:

http://joseklein.com.br/livro-enac-brasil-operacao-covil.php

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.

As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil

Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. Com informações de Times of Israel

Noticia e informações Gospel Prime

11 encontro do fórum brasileiro de segurança pública

11 encontro do forum brasileiro de segurança pública

Workshop especial para policiais e guardas municipais

Mulheres em situação de violência e o papel
dos profissionais de segurança pública

No dia 17/07/2017, durante o 11º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, será realizado um workshop especial com o objetivo de refletir sobre a violência de gênero, compreendendo como as relações de gênero afetam o comportamento de homens e mulheres.

Sob coordenação da professora Fiona Macaulay (Universidade de Bradford/Reino Unido) e da pesquisadora Juliana Martins (USP), o workshop acontecerá de forma interativa e permitirá, a partir das experiências de trabalho dos/as próprios/as policiais e guardas municipais, entender melhor como estas questões se conectam com a atividade e a identidade profissional.

Como o número de participantes é limitado, essa atividade tem um processo de inscrição específico que se inicia hoje, 21/06/2017, e vai até o dia 30/06/2017. Todas as inscrições que forem validadas serão confirmadas por e-mail.
Participe e divulgue.

Workshop especial para policiais e guardas municipais: Mulheres em situação de violência e o papel dos profissionais de segurança pública

Data e horário: 17/07/2017, das 9h00 às 17h00

Local: Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600, Pinheiros, São Paulo/SP)

Prazo para inscrições: 30/06/2017

Resultado das inscrições: 07/07/2017

Inscrições: http://newsletter.forumseguranca.org.br/accounts/57660/messages/135/clicks/10156/200?envelope_id=22

Líder do Estado Islâmico anuncia que intensificará ataques contra cristãos

estado islamico anuncia ataques contra cristãos no egitoGrupo no Egito pediu que muçulmanos fiquem longe de locais de culto cristão

O líder do Estado Islâmico (EI) no Egito anunciou que o grupo extremista intensificará ataques contra cristãos. Ele advertiu os muçulmanos que se mantenham afastados de locais frequentados por cristãos, em especiais seus templos.

Esse alerta teria como objetivo evitar que os seguidores de Maomé morram em futuros ataques contra o que o EI chamou de “alvos legítimos”.

Durante os atentados terroristas em março contra igrejas, dois policiais muçulmanos morreram. No Domingo de Ramos duas bombas explodidas em igrejas coptas matando 45 e ferindo mais de 100 pessoas. O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelas ações.

“Estamos alertando você para ficar longe de encontros cristãos, bem como as reuniões do exército e da polícia, e as áreas que têm instalações políticas do governo”, anunciou o líder do grupo islâmico que não se identificou. Sua fala foi reproduzida pelo jornal muçulmano online Al Naba e rapidamente se espalhou pelas redes sociais do país.

Desde o início deste ano o Estado Islâmico vem instigando a violência contra cristãos egípcios, chamados por eles de “infiéis”. Centenas de famílias cristãs foram forçados a fugir de suas casas na Península do Sinai, no norte do Egito, após uma série de assassinatos que ocorreram na região. O aviso dos jihadistas era claro: “Fuja ou morra”.

Dirigindo-se aos muçulmanos que não apoiam o EI, o líder jihadistas disse que não é aceitavam essa posição. “Esta é uma apostasia do Islã e eles têm que se apressar e se arrepender”, disse ele, exortando os egípcios a apoiá-los ou juntar-se a eles. Acrescentou que quando as autoridades levam a cabo uma campanha contra o grupo, toma medidas “contraproducentes” pois, como tal, acabam apenas “estimulando os [soldados] Mujahedeen” a lutar pelo verdadeiro Islã.

Desde que começou a perder força no Iraque e na Síria, os soldados do Estado Islâmico fortaleceram sua presença na África. A situação de instabilidade política no Egito pode ser um fator determinante para que os radicais muçulmanos retomem o controle do país.

A Irmandade Muçulmana, grupo simpatizante do EI, governava a nação até a queda do presidente Mohamed Morsi, em 2013. Destituído pelo exército, ele foi condenado à prisão perpétua enquanto a Irmandade Muçulmana foi proibida no país e reprimida pelo regime do atual presidente Abdel Fatah al-Sissi.

Outro aspecto estratégico do EI em dominar o Egito é o fato de ser vizinho a Israel, país que atacaram recentemente.

Há vários indícios que os jihadistas se aliaram com o Hamas, grupo palestino que domina a Faixa de Gaza, que faz fronteira com o norte do Egito. A retomada de poder em solo egípcio poderia resultar em uma escalada na violência no já conflitante Oriente Médio.

Fonte: Gospel Prime

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismo

Justiça Federal do Paraná condena oito por terrorismoO juiz federal Marcos Josegrei da Silva proferiu na tarde de hoje sentença condenando os oito brasileiros denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por fazerem parte de uma célula da organização terrorista Estados Islâmico (EI) no Brasil. O magistrado ratificou a posição do MPF, que afirmou que os acusados difundiam os ideais do EI e planejavam realizar um atentado em solo brasileiro. O grupo foi desmantelado em julho passado, quando a Polícia Federal prendeu doze pessoas acusadas de fazer parte da mesma célula, durante a Operação Hashtag – ocorrida duas semanas antes da abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro.

A maior pena, de 15 anos e 10 meses, foi imposta ao líder do grupo Leonid El Kadre, de 33 anos. Segundo o juiz não restam dúvidas da ascendência dele sobre os demais. Nas mensagens interceptadas pela Polícia Federal, El Kadre era quem dava as ordens para os demais seguidores. Também coube a ele o principal papel de recrutamento de adeptos. Entre eles menores de idade. Por essa razão, ele também foi condenado pelo crime de corrupção de menores.

E ao contrário dos demais condenados, El Kadre possuía antecedentes criminais, o que impediu a aplicação de qualquer atenuante. Em 2005, ele já havia sido sentenciado a 18 anos de prisão por homicídio. Depois de um assalto, ele matou o comparsa a pedradas para não ter que dividir o dinheiro. El Kadre – que está preso no presídio federal de Campo Grande – iniciou uma greve de fome. Diz que é alvo de perseguição religiosa.

A segunda maior pena foi aplicada a Alisson Luan de Oliveira. A ele foram impostos seis anos e onze meses de prisão. Oliveira foi, ao lado de El Kadre um dos principais insufladores da violência. Valendo-se de programas de comunicação criptografada, ele foi um dos que mais deu sugestões de atentados possíveis de serem praticados.

A maioria dos réus – Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, Israel Pedra Mesquita, Levi Ribeiro Fernandes de Jesus, Hortêncio Yoshitake e Luís Gustavo de Oliveira – recebeu uma pena de 6 anos e três meses. Todos foram considerados culpados de promoção de organização terrorista e associação para crime.

O único dos oito condenados a não receber a pena por associação para o crime foi o paulista Fernando Pinheiro Cabral de 23 anos. O juiz Marcos Josegrei da Silva não considerou que Cabral mantivesse as conexões necessárias para tipificação do crime. Em depoimento prestado em setembro do ano passado, Cabral assumiu ter planejado um atentado para ser realizado durante a Parada Gay, em São Paulo.

Está é a primeira vez que a Justiça brasileira julga acusados de terrorismo islâmico. A condenação confirmada hoje é a primeira na América Latina.

A Operação Hashtag foi tratada como um exagero por seus críticos. O juiz Marcos Josegrei da Silva faz uma reflexão ao justificar a ação dos policiais. Ele comparou as investigações da célula brasileira do EI aos crimes de pedofilia pela internet. Segundo ele, aqueles criminosos que enviam imagens de crianças mantendo relações sexuais não necessariamente as praticam. Mas nem por isso, eles deixar de ser pedófilos ou estimulam outros pedófilos. Em sua sentença de quase 80 páginas, ele discorre sobre os riscos associados à radicalização individual (os lobos solitários), o potencial destrutivo que as redes sociais podem ter nas mãos dos radicais. O caso cabe recurso.

Fonte: msn Brasil

Exército dos EUA participara de exercício militar na Amazônia a convite do Brasil

exercito eua na amazoniaTropas americanas foram convidadas pelo Exército brasileiro a participar de um exercício militar na tríplice fronteira amazônica entre Brasil, Peru e Colômbia, em novembro deste ano.

A Operação América Unida é parte do AmazonLog, uma atividade de logística militar inédita na América do Sul e criada pelo Exército brasileiro a partir de um exercício feito em 2015 pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Hungria, do qual o Brasil participou como observador.

Segundo o Exército, o ineditismo do evento está na montagem de uma base logística mútua entre os países na Amazônia, que abrigará munição, aparato de disparos e transporte e equipamentos de comunicação, além de militares das quatro nações.

Esta não é o primeiro exercício mútuo entre as forças armadas de Brasil e EUA no país. No ano passado, por exemplo, as Marinhas das duas nações fizeram uma atividade preparatória para a Olimpíada no Rio de Janeiro, envolvendo treinamentos com foco antiterrorismo.

Em 2015, um porta-aviões americano passou pela costa do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro para treinamento da Força Aérea Brasileira (FAB).

O exercício deve durar 10 dias e será conduzido por tropas dos EUA e dos três países da fronteira amazônica, além de “observadores militares de outras nações amigas, e diversas agências e órgãos governamentais”, segundo o Exército brasileiro.

A atividade simulará um comando militar conjunto e uma base de apoio logístico para tropas multinacionais.

A operação vem no esteio de uma série de novos acordos militares pelas Forças Armadas de Brasil e Estados Unidos e visitas de autoridades americanas a instalações brasileiras com o objetivo de “reaproximar” e “estreitar” as relações militares entre os dois países.

À BBC Brasil, o Exército brasileiro negou que a atividade sirva como embrião para uma possível base multinacional na Amazônia, como aconteceu após o exercício da Otan citado como base para a atividade.

“Com uma atividade como essa, busca-se desenvolver conhecimentos, compartilhar experiências e desenvolver confiança mútua”, afirmou a corporação.

Entre as metas da operação, segundo o Exército brasileiro, está o aumento da “capacidade de pronta resposta multinacional, sobretudo nos campos da logística humanitária e apoio ao enfrentamento de ilícitos transnacionais” e de capacidade de resposta para situações de humanitária.

Ineditismo

A base da atividade será a cidade de Tabatinga (AM), que faz fronteira com Letícia (Colômbia) e Santa Rosa (Peru).

A BBC Brasil visitou a região no início desse ano – na ocasião, militares e policiais federais disseram que não são capazes de controlar atividades ilícitas como tráfico de armas e drogas pelos imensos rios da região.

Apesar de citar crimes transfronteiriços nos documentos do Amazonlog, o Exército afirmou que o foco da atividade é de preparação para situações humanitárias.

Questionada pela reportagem sobre como as Forças Armadas dos EUA poderiam apoiar o Brasil em áreas como violência e tráfico de drogas, armas e pessoas, a embaixada americana afirmou que “o Brasil é um parceiro confiável e respeitável”, que as forças armadas dos dois países “têm áreas de conhecimento e experiência que compartilham rotineiramente umas com as outras” e que “a maioria das atividades bilaterais de cooperação em defesa entre nossas forças armadas são trocas entre especialistas”.

“É um exercício inédito no âmbito da América do Sul. É a primeira vez que vamos montar uma base logística internacional”, diz o general Theofilo Gaspar de Oliveira, responsável pelo Comando Logístico da Força, em Brasília, e um dos organizadores do AmazonLog.

“Um dos objetivos é fazer uma fiscalização maior na região e criar uma doutrina de emprego para combater os crimes transfronteiriços, que afetam aquela região na famosa guerra de fronteira que hoje alimenta a nossa guerra urbana existente nos grandes centros”, afirma o general, em vídeo promocional do evento.

Questionado pela BBC Brasil sobre o convite para participação dos EUA no evento, o Exército limitou-se a informar que a atividade “representa uma grande operação de tropa em conjunto, não somente com os Estados Unidos da América, como também com as Forças Armadas de nossos vizinhos Colômbia e Peru.”

Inspiração para o AmazonLog, o exercício realizado pela Otan na Hungria se desdobrou na criação de bases militares multinacionais para abrigar refugiados vindos de países africanos e do Oriente Médio para a Europa.

Questionado sobre a possibilidade de uma base internacional na Amazônia como fruto da atividade, o Exército brasileiro afirmou que o trabalho por aqui é distinto.

“Não. Ao contrário da Otan, a qual é uma aliança militar, o trabalho brasileiro com as Forças Armadas dos países amigos se dá na base da cooperação”, responderam porta-vozes do Exército.

À BBC Brasil, a embaixada dos Estados Unidos em Brasília disse que o país “está satisfeito de ter sido convidado junto a outras nações parceiras regionais para participar” do exercício e que “busca expandir e aprofundar parcerias de defesa com o Brasil”.

“Durante o último ano, nós finalizamos uma série de compromissos-chave relacionados a Defesa (entre EUA e Brasil)”, afirmaram porta-vozes da embaixada americana.

“Olhando para o futuro, outros acordos estão em discussão, incluindo suporte logístico, testagem e avaliação em ciência e tecnologia e trocas científicas”.

Novos acordos militares Brasil-EUA

Em março, o comandante do Exército Sul dos Estados Unidos, major-general Clarence K. K. Chinn, foi condecorado, em Brasília, com a medalha da Ordem do Mérito Militar.

De acordo com a Defesa dos Estados Unidos, o Exército Sul é responsável por realizar operações multinacionais com 31 países nas Américas do Sul e Central.

O comandante americano visitou as instalações do Comando Militar da Amazônia, onde a atividade conjunta será realizada em novembro.

Em 24 de março, o Exército americano inaugurou um centro de tecnologia em São Paulo para “desenvolver parcerias com o Brasil em projetos de pesquisa com foco em inovação”.

Na véspera, o ministério da Defesa do Brasil e o Departamento de Defesa dos EUA assinaram Convênio para Intercâmbio de Informações em Pesquisa e Desenvolvimento, ou MIEA (Master Information Exchange Agreement), na sigla em inglês.

Na ocasião, o secretário Flávio Basilio, da Secretaria de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (Seprod) afirmou que o documento funciona como “base para a se estabelecer qualquer tipo de cooperação bilateral com os Estados Unidos”.

Acordos de intercâmbio como o assinado no mês passado não precisam de aprovação do Congresso Nacional.

“É mais um passo no sentido de nos reaproximar dos americanos, possibilitando parcerias importantes na área tecnológica que representarão um incentivo importante para a nossa Base Industrial de Defesa e para o País como um todo”, disse o secretário.

Em 3 de abril, o ministério da Defesa anunciou em evento na embaixada americana que o Brasil e os Estados Unidos desenvolverão “um projeto de defesa” em conjunto.

O ministério da Defesa não respondeu aos pedidos de entrevista da BBC Brasil para comentar os acordos fechados com os Estados Unidos e os detalhes sobre o projeto bilateral.

Em outubro, haverá um novo encontro sobre a indústria de Defesa dos dois países, em Washington. O Exército brasileiro também trabalha para organizar a ida de um batalhão de infantaria do Brasil para treinamento uma brigada do Exército americano em Fort Polk, na Lousiana, no segundo semestre de 2020.

Análise

Para o cientista politico João Roberto Martins Filho, professor da Universidade Federal de São Carlos e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, “a aproximação do Exército brasileiro ao dos Estados Unidos sinalizaria uma mudança de postura entre os dois países, que agora têm novos presidentes”.

“Esta maior aproximação seria uma ruptura do que vem acontecendo desde 1989, que é um afastamento dos EUA pelo Exército do Brasil”, diz Martins Filho.

“No fim da Guerra Fria, o Brasil se deparou com um país (EUA) que era aliado estratégico e que de repente começou a agir de forma totalmente independente, como superpotência única. Isso provocou uma reação de hiperdefesa da Amazônia e de afastamento.”

Ele cita o acordo para a construção de submarinos com a França em 2011 e a compra de caças suecos em 2013 como exemplos deste afastamento e diz que, por ora, os anúncios entre as Forças Armadas brasileiras e americanas não devem ser “superestimados”.

“Do discurso para a prática há sempre um intervalo”, diz.

Fundador e líder do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional da UNESP e coordenador de Segurança Internacional, Defesa e Estratégia da Associação Brasileira de Relações Internacionais, o filósofo Héctor Luis Saint Pierre “diverge gentilmente” do colega.

Saint Pierre cita a atenção dos Estados Unidos sobre a situação política na Venezuela – Donald Trump citou o país em conversas com Michel Temer e com os presidentes da Argentina, Peru e Colômbia.

“Há um respeito na América do Sul pela escola militar brasileira. Então, o Brasil é um parceiro estratégico para a formação doutrinária dos militares do continente. Se os EUA têm a simpatia do Exército do Brasil, é mais fácil espalhar sua mensagem entre os militares sul-americanos”, diz.

“Uma alternativa a ser pensada seria uma intenção dos EUA de quebrar a expectativa de uma parceria sul-americana neste momento político”, diz. “A Venezuela é uma problema quase de honra para os Estados Unidos.”

O especialista também cita o crescimento da China como produtor de equipamentos militares e armamento.

“Há uma grave preocupação nos EUA com o incremento do comércio da China com a América Latina também em termos de armamento. Os EUA gastaram US$ 650 bilhões com Defesa – a China gastou menos de 10% disso, mas ainda assim já esta produzindo porta-aviões com bom nível tecnológico. Se os Estados Unidos conseguem se aproximar o Brasil para sua zona de influência, eles estancam este prejuízo”, afirma.

Para o professor, a aproximação americana também poderia ser motivada por interesses econômicos.

“Tenho notado oficiais defendendo a tese de que não precisamos de autonomia tecnológica nas Forças Armadas se podemos contar com parcerias com países como os Estados Unidos. Normalmente se imagina que um oficial militar, do país que for, seja um nacionalista. Mas essa é uma perspectiva liberal nas Forças Armadas que vem ganhando força.”

O professor explica: “Hoje a questão estratégica está subordinada ao negócio. A indústria do armamento é a que mais floresce no mundo. Não é preciso uma guerra: a ameaça de guerra já é suficiente para mover este tipo de negócio. Muitas atividades militares, inclusive, são muito mais guiadas pelos negócios militares do que por uma lógica política”, afirma.

Fonte: Msn Noticias / BBC Brasil